Donald Trump e o Juízo de Deus sobre uma nação

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Todos nós somos familiares com a seguinte frase de João Calvino:

“Quando Deus deseja julgar uma nação, Ele lhes dá governantes ímpios.”

Os que acompanham o programa Dividing Line sabem muito bem que o Pr. James White vem repetindo essa frase desde que a nação estadounidense deu preferência a Hillary e Trump na pré-candidatura. De um lado eles tinham uma mulher corrupta com uma agenda secularista e do outro alguém de comportamento réprobo que fingia ser um cristão e que nunca se posicionou sobre assuntos importantes (como o aborto) nos debates presidenciais. Nesse breve comentário, o Pr. James White responde a uma pergunta ingênua feita por um cristão que tomou Donald Trump como um messias político dos EUA (e talvez até como um avivador espiritual).
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Colocando as cartas na mesa: o tema da redação do Enem e a intolerância da Internet

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Os comentários nas redes sociais sobre o tema da redação do maior exame nacional do país, o Enem 2016, foram unânimes: o MEC acertou na escolha do tema. Em toda a internet, de professores a comentaristas políticos e, inclusive, teólogos concluíram ser o tema pertinente e atual. Entretanto, nota-se, nesses comentários, certa confusão sobre o termo laicidade e também uma tendência a ver intolerância por parte, apenas, das religiões cristãs. A verdade é que laicidade não é assumir que todas as religiões estão certas e muito menos assumir que todas estão erradas; e não, não foram os cristãos que inventaram a intolerância.

Pois bem, os estudantes que foram ao segundo dia de prova do Exame Nacional do Ensino Médio tiveram 5h30 para discorrer sobre o tema “Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil”, além de responder 90 questões das provas de Linguagens e Matemática. Os estudantes, portanto, deveriam formular uma proposta de intervenção, que de acordo com o próprio enunciado seria a solução para combater/reprimir a intolerância religiosa no Brasil. A prova dispôs de quatro textos motivadores, uma nota do Ministério Público sobre a laicidade do Estado, um trecho da Constituição Federal; por fim, dois fragmentos de reportagens, destacando a violência religiosa como crime inafiançável e o número de denúncias sobre discriminação de crença, compuseram a coletânea.

A coletânea, portanto, é bastante precisa por dar provas com dados de que há intolerância no país e o foco deveria ser o combate à discriminação religiosa. E segue a mesma linha de temas sociais do ano anterior (a persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira), já que em outros anos dividiu as opiniões dos estudantes quanto a movimento migratório e também quando o tema foi publicidade infantil. Neste ano, não há como defender a intolerância, pois, assim como no ano passado, é se colocar contra os direitos humanos e ao próprio edital do Enem.

Porém, o que se tem visto na internet é um desvio da proposta do tema já que, em alguns comentários, os estudantes parecem colocar evangélicos como os principais alvos de críticas e os mais intolerantes. Um dos comentários mais curtidos na página Esquerda Revolucionária, que publicou a imagem abaixo, diz o seguinte: “Se alguém te ofendeu por ser cristão isso é lamentável e essa pessoa é um babaca. Mas babaquice não é Cristofobia (sic)”.
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O verdadeiro significado de Tradição Apostólica

Será que o Sola Scriptura requer que acreditemos na existência de uma “tradição” (ou “regra de fé”) a qual devemos apelar para ter a interpretação correta da Bíblia? Não há dúvidas de que os escritores cristãos primitivos utilizavam esse termo, e muitos são rápidos em usar esse fato com alegria. Mas quando examinamos o seu significado, descobrimos que a maioria das referências são destinadas ou a um esboço fundamental das crenças cristãs sobre Deus e Cristo, ou a crenças sobre práticas e ritos que não eram doutrinários ou dogmáticos por natureza. Ireneu definiu “tradição” nos seguintes termos:

Todos esses declararam que existe um Deus, criador dos céus e da terra, anunciado pela lei e pelos profetas; e um Cristo, o Filho de Deus. Se alguém não concorda com essas verdades, esse alguém despreza os companheiros do Senhor; mais ainda, despreza o próprio Cristo, Senhor; sim, despreza também o Pai, e permanece auto-condenado, resistindo e opondo sua própria salvação, como é o caso de todos os hereges. (Alexander Roberts e James Donaldson, The Ante-Nicene Fathers, 1:414-415)

Obviamente, o conteúdo dessa “tradição” não é extra-bíblico: as Escrituras claramente ensinam essas coisas. Tertuliano, mais tarde, deu uma versão expandida:

Agora, no que diz respeito a esta regra de fé (para que possamos, a partir deste ponto, reconhecer o que é que defendemos), você deve saber aquilo que prescreve a crença de que existe um só Deus, e que Ele não é outro senão o Criador do mundo, que produziu todas as coisas a partir do nada por meio de Sua própria Palavra; que essa Palavra é chamada de Seu Filho, e, sob o nome de Deus, foi visto em diversas maneiras pelos patriarcas, ouvido durante todas as épocas pelos profetas, enfim levado pelo Espírito e pelo poder do Pai para a Virgem Maria, se fazendo carne em seu ventre, e, tendo nascido dela, se revelando como Jesus Cristo; daí em diante Ele pregou a nova lei e a nova promessa do reino dos céus, operou milagres; tendo sido crucificado, ressuscitou ao terceiro dia; tendo subido aos céus, Ele sentou-se à direita do Pai; enviou, ao invés de si mesmo, o poder do Espírito Santo para liderar os que crêem; virá com glória para levar os santos ao gozo da vida eterna e das promessas celestiais, e para condenar os ímpios ao fogo eterno, após a ressurreição de ambas essas classes ter acontecido, em conjunto com a restauração de sua carne. Esta regra, como será provado, foi ensinada por Cristo, e não levanta entre nós qualquer questão além daquelas que as heresias introduzem, e que fazem os homens hereges. (Tertuliano, Prescrição contra os hereges, 13)

Mas, novamente, tudo isso pode ser derivado a partir do texto inspirado e não existe como uma revelação separada das Escrituras. Se quando alguém fala de “tradição apostólica” e de “interpretar as Escrituras sob a luz da regra de fé”, tudo o que esse alguém quer dizer é que existem certas coisas inegociáveis que são fundamentais para uma compreensão adequada da Palavra de Deus e da fé cristã, dificilmente existirá alguma discussão.  Tudo o que se precisa fazer para enxergar essa verdade é notar as relativamente poucas tentativas feitas pelos estudiosos mórmons para fornecer comentários exegéticos sobre os textos das Escrituras, especialmente a literatura neo-testamentária, e a impossibilidade de realizar tal tarefa sob a luz do politeísmo. Deve-se entender os esboços mais básicos da verdade cristã para investigar mais profundamente a revelação das Escrituras, e se alguém começa com erros nesse ponto, os esforços restantes serão em vão. Se isso é tudo o que alguém quer dizer por “regra de fé”, então isso é completamente compreensível.

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10 perguntas para os simpatizantes da ICAR

Na semana passada eu recebi o seguinte e-mail e senti que seria melhor compartilhar a resposta aqui no blog.

Caro Sr. White, Para alguém que esteja considerando se converter ao catolicismo romano, quais seriam as perguntas que o senhor faria a fim de discernir se esse alguém examinou ou não a situação o suficiente? Digamos, uma lista Top 10 de perguntas. Obrigado.

Quando eu postei isso em nosso canal de bate-papo, um grande número de pessoas comentou que essa era, de fato, uma ótima pergunta, e nós começamos a elaborar algumas possíveis respostas. Aqui está minha lista Top 10:

  • 10) Você ouviu os dois lados? Isto é, você fez algo mais do que simplesmente ler “Todos os caminhos levam a Roma” e ouvir algumas histórias emotivas de conversão? Você realmente separou um tempo para buscar respostas sérias às reivindicações de Roma, respostas essas que vem sendo oferecidas por escritores desde a época da Reforma, como Goode, Whitaker, Salmon, e alguns escritores modernos? Em especial, quero excluir desta lista qualquer coisa que tenha sido escrita por Jack Chick e Dave Hunt.
  • 9) Você já leu alguma análise histórica objetiva da Igreja Primitiva? Refiro-me a uma que explicaria a grande diversidade de pontos de vista encontrados nos escritos dos primeiros séculos, e que explicaria, com precisão, as controvérsias, lutas, sucessos e fracassos desses primeiros crentes?
  • 8) Você já olhou atentamente para as afirmações Roma sob uma luz histórica? Sendo mais específico, você já examinou as reivindicações de Roma sobre o “consentimento unânime” dos Padres e todas as evidências que se opõem não só à suposta aceitação universal do papado, mas especialmente ao conceito de infalibilidade papal? Como você explica, de forma consistente, a história da igreja primitiva, à luz das afirmações modernas feitas por Roma? Como você explica coisas como a Pornocracia e o Cativeiro Babilônico da Igreja sem assumir a veracidade do mesmo sistema que você está abraçando?
  • 7) Você aplicou os mesmos padrões que os apoligistas católicos romanos usam para atacar o Sola Scriptura para, igualmente, testar as alegações de suprema autoridade de Roma? Como você explica o fato de que as respostas que Roma dá para suas próprias objeções são circulares? Por exemplo, se Roma afirma que precisa da Igreja para estabelecer um cânone infalível, como é que isso pode responder à pergunta, uma vez que agora você tem que perguntar como Roma chega a esse conhecimento infalível. Ou, se argumentam que o Sola Scriptura produz anarquia, por que é que o magistério de Roma não produz unanimidade e harmonia? Se alegam que existem 33.000 denominações devido ao Sola Scriptura, e sabendo que esse número escandaloso foi repetidamente refutado (veja o livro Upon This Rock Slippery do Eric Svendsen para uma análise mais detalhada), você já se perguntou porque eles são tão desonestos e desleixados em suas pesquisas?
  • 6) Você já leu o Sílabo dos Erros e a Indulgentiarum doctrina (doutrina das indulgências)? Alguém pode seriamente ler a descrição de Graça encontrada no último documento e fingir por um segundo sequer que essa é a mesma doutrina da Graça ensinada por Paulo aos romanos?
  • 5) Você já considerou as ramificações de Roma acerca das doutrinas sobre o pecado, o perdão, os castigos eternos e temporais, o purgatório, a tesouraria do mérito, transubstanciação, o sacerdócio sacramental, e indulgências? Você realmente se deu ao trabalho de fazer uma análise séria de passagens pertinentes como Efésios 2, Romanos 3-5, Gálatas 1-2, Hebreus 7-10 e todo o capítulo 6 de João, à luz do ensinamento romano?
  • 4) Você já se perguntou o que significa abraçar um sistema que ensina que você pode se aproximar do sacrifício de Cristo milhares de vezes em sua vida e que ainda assim pode morrer impuro e como um inimigo de Deus? E você já se perguntou porque embora os ensinamentos históricos de Roma sobre estas questões sejam facilmente identificáveis, a grande maioria dos católicos romanos hoje, incluindo padres, bispos e eruditos, não acreditam mais nessas coisas? O que isso significa?
  • 3) Você já parou para pensar o que significa chamar um ser humano de Santo Padre (que é um nome divino, usado por Jesus unicamente acerca de Seu Pai) e Vigário de Cristo (que, por sua vez, é o Espírito Santo)? Você realmente pode encontrar algo nas Escrituras que o levariam a acreditar que a vontade de Cristo era que um bispo em Roma (ou seja, numa cidade centenas de milhas de distância de Jerusalém) não só fosse o cabeça de Sua igreja, mas que fosse tratado como um rei na terra, com pessoas se prostrando a ele, como o Pontífice Romano é tratado?
  • 2) Você já parou para pensar o quão antibíblico e quão a-histórico é todo o conjunto de doutrinas e dogmas relacionados a Maria? Você realmente acredita que os Apóstolos ensinavam que Maria havia sido concebida imaculadamente, e que ela permaneceu perpetuamente virgem (de tal maneira que ela viajou sobre a Palestina com um grupo de jovens que não eram seus filhos, mas sim primos de Jesus, ou meio-irmãos, filhos de um casamento anterior de José)? Você acredita que dogmas definidos quase 2.000 anos depois do nascimento de Cristo realmente representam os ensinamentos dos apóstolos? Você está ciente de que doutrinas como a Virgindade Perpétua e a Assunção Corpórea têm sua origem no gnosticismo, não no cristianismo, e que elas não têm nenhum fundamento na doutrina ou prática apostólica? Como você explica o fato de que você deve acreditar nessas coisas de fide, isto é, pela fé, quando gerações de cristãos viveram e morreram sem nunca sequer ter ouvido falar de tais coisas ?

E a pergunta número um que eu gostaria de fazer a tal pessoa é:

  • 1) Se você afirma que em certo dia tenha abraçado o evangelho da Graça, no qual confessava que a sua única posição diante de um Deus três vezes santo era a túnica inconsútil da justiça imputada de Cristo, de modo que você não tinha mérito algum, apenas a perfeita justiça dEle e com isso obtive paz diante de Deus, sobre quais possíveis razões você poderia vir a abraçar um sistema que, em seu coração nega-lhe essa paz que se encontra em um Salvador perfeito que realiza a vontade do Pai e um Espírito que não pode falhar? Você realmente acredita que o ciclo infinito de perdão sacramental (o qual agora você irá se submeter) pode lhe fornecer a paz que a perfeita justiça de Cristo não pode?

Fonte: Alpha and Omega Ministries – James White

Tradução: Erving Ximendes

 

Ireneu e o Dom de Línguas

O dom de línguas de acordo com o padre da Igreja do segundo século, Ireneu.

Ireneu, de acordo com a Wikipedia “foi um bispo cristão de Lugdunum na Gália, na época, uma parte do império romano (agora Lyon, na França). Ele foi um padre e apologista da igreja primitiva, seus escritos foram fundamentais no início do desenvolvimento da teologia cristã. Ele foi um discípulo de Policarpo, que, conforme nos é dito, era um discípulo de João, o Evangelista“.

As seguintes traduções para o inglês (que aqui foram traduzidas para o português) podem ser encontradas no site New Advent , que tem uma reprodução digital dos livros dos Padres Ante-Nicenos pela Christian Publishing Company de 1885. (As traduções não foram postas à prova contra os textos em grego ou latim).

Contra Heresias (Livro 3, Capítulo 12:1)

“Quando o Espírito Santo desceu sobre os discípulos, para que todos pudessem profetizar e falar em línguas, e alguns zombavam deles como se os discípulos estivessem embriagados com vinho novo, Pedro disse que eles não estavam embriagados, pois ainda era a terceira hora do dia; ao invés, isso que acontecia era o que tinha sido dito pelo profeta: E há de ser que, depois derramarei o meu Espírito sobre toda a carne, e profetizarão (Joel 2:28 ). O Deus, pois, que fez a promessa, pelo profeta, de que Ele enviaria Seu Espírito sobre toda a raça humana, foi quem, de fato, enviou; e o próprio Deus é anunciado por Pedro como tendo cumprido a própria promessa.”

Contra Heresias (Livro 3, Capítulo 17:2)

Esse Espírito que Davi pediu para a raça humana, dizendo: E estabeleça-me com o Teu Espírito que predomina; que também, como diz Lucas, desceu no dia de Pentecostes sobre os discípulos após a ascensão do Senhor, tendo poder de admitir todas as nações para a entrada da vida, e para a abertura da nova aliança; de onde também, com uma harmonia em todas as línguas, eles proferiram louvor a Deus, o Espírito trazendo tribos distantes à unidade, e oferecendo ao Pai as primícias de todas as nações. Por isso também o Senhor prometeu enviar o Consolador, João 16:7, que deve nos juntar a Deus.

Contra Heresias (Livro 5, Capítulo 6:1)

Por esta razão, o apóstolo declara, falamos sabedoria entre aqueles que são perfeitos, 1 Coríntios 2:6, denominando perfeitos aqueles que receberam o Espírito de Deus, e que, pelo Espírito de Deus falam em todas as línguas, como  Ele mesmo também costumava falar. Da mesma maneira, nós também ouvimos muitos irmãos na Igreja, que possuem dons proféticos, e que por meio do Espírito falam todos os tipos de línguas, e trazem à luz coisas ocultas aos homens para o benefício geral, e declaram os mistérios de Deus, a quem também o apóstolo denomina espiritual, sendo eles espirituais porque eles participam do Espírito, e não porque sua carne foi retirada e levada embora e assim tornaram-se puramente espirituais.

É evidente aqui, a partir de seus escritos, que o dom de línguas era a capacidade de falar em uma língua estrangeira. O objetivo do dom era levar todos os povos e nações a uma harmonia.

O mito das 30 mil denominações protestantes

Se você já teve a oportunidade de ouvir um relato de conversão de um ex-protestante que se tornou católico, você já deve ter ouvido o argumento. Se você lê os debates online, já o viu sendo repetido ad nauseum. O argumento é mais ou menos o seguinte:

Existe apenas uma igreja verdadeira: a Igreja Católica Apostólica Romana! Olhe agora para o protestantismo! Quantas denominações vocês tem? Mais de 30 mil, e a cada dia surgem mais! Sabe porque? Por causa do Sola Scriptura!

Erro 1 – Lógica Básica

Antes de verificar a fonte desse argumento e os problemas a ela associados, devemos deixar claro que todo o argumento apresentado é simplesmente falso. Falha miseravelmente em cada nível possível. Os saltos de lógica e argumentação são vastos, mas vamos apenas focar em dois dos problemas mais óbvios.

Em primeiro lugar, como é que o apologista católico romano pode demonstrar que o Sola Scriptura é a real causa dessas divisões? Por exemplo, quando vemos divisão nas diversas classes da ICAR, encontramos fortes divergências sobre questões-chave. Será que podemos concluir então que o magistério romano é o culpado pelas diferenças de ponto de vista? Creio eu que não. Se um cristão acredita que a Escritura é regra suficiente de fé, como é que se pode chegar a conclusão de que um abuso dela possa ser um argumento contra sua suficiência? Não é uma consequência lógica. As Escrituras podem ser perfeitamente suficientes, mas os homens ainda são pecadores. Os homens ainda são imperfeitos. Os homens ainda são ignorantes. E, mais importante, os homens ainda têm as suas tradições. Dessa forma, enquanto os apologistas romanos fingem que o real culpado pelas divisões seja o Sola Scriptura, essa suposição se mostra insuficiente para provar o argumento.

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